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Na data de hoje, 19 de novembro é comemorado o Dia Internacional do Empreendedorismo Feminino. A data é uma iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) em parceria com diversas instituições globais de incentivo às mulheres que criam e comandam seus próprios negócios. (G1)

A data é simbólica e faz parte de uma campanha contra a desigualdade de gênero no mercado de trabalho. E mais do que isso: trata-se de um convite para refletirmos sobre os avanços e os desafios que ainda persistem no caminho de mulheres que desejam empreender seus próprios negócios. (Olhar Digital).

As empresas dirigidas por mulheres estão crescendo constantemente em todo o mundo, contribuindo para a renda familiar e o crescimento das economias nacionais.

No Brasil temos uma média de 9,3 milhões de empresárias brasileiras. Só em 2020, esse número cresceu 40%, de acordo com a Rede Mulher Empreendedora, também impulsionada pela necessidade gerada pela pandemia de Covid-19. (Jornal de Brasília).

Embora o número de mulheres que operam seus próprios negócios esteja aumentando globalmente, as mulheres continuam enfrentando enormes obstáculos que impedem o crescimento de seus negócios, como falta de capital, restrições sociais rígidas e tempo e habilidade limitados.

Os negócios pertencentes a mulheres tendem a ser informais, baseados em casa e concentrados nas áreas de empreendedorismo de pequena escala e setores tradicionais, que incluem principalmente varejo e serviços. Operar em casa permite que as mulheres atendam às demandas conflitantes por seu tempo, ao equilibrar uma parcela desproporcional das responsabilidades domésticas e de cuidar dos filhos.

As mulheres podem dar uma contribuição significativa para a atividade empreendedora e desenvolvimento econômico em termos de criação de novos empregos e aumento do produto interno bruto (PIB), com impactos positivos na redução da pobreza e exclusão social.

Porém, muitas correções se fazem ainda necessárias nesse caminho pela afirmação feminina no mercado de trabalho e negócios. Dados do Sebrae comprovam que as mulheres empreendedoras estudam 16% a mais do que os homens, e ainda assim ganham 22% a menos. (Hypeness).

Outra questão é que frequentemente, as mulheres são empreendedoras por necessidade, e não por oportunidade, vocação ou objetivos.

São muitas questões envolvidas que influenciam o sucesso do empreendedorismo feminino. Mas com certeza, empreender é uma ótima forma de apoiar mulheres em situações vulneráveis ​​e pode melhorar significativamente as perspectivas econômicas de suas famílias.

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