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Em 2014, o tether (UDST) mudou a perspectiva das criptomoedas, introduzindo o conceito de stablecoins, que fazem pareamento com moeda fiduciária, no caso, o dólar. Segundo o CoinMarketCap, ela já é a 3ª maior cripto do mundo, com mais de 62 bilhões de dólares em valor de mercado.

O Brasil já conta com algumas stablecoins pareadas ao real, como a CryptoBRL, e a Real Asset Service (RAS). Contudo, a BRZ, criada pela Transfero Swiss em 2019, se consolida no mercado internacional. Além das bolsas nacionais, ela está disponível na Bittrex dos EUA e agora será incluída na Coinbene, uma das maiores da Ásia.

Ela utiliza um mecanismo de colateralização, onde todas as unidades de BRZ em circulação possuem uma contrapartida em reais ou em instrumentos financeiros denominados em moeda nacional.  Além disso, a Transfero é uma das fundadoras da Stablecoin Alliance, organização que promove o desenvolvimento das stablecoins em todo o mundo.

A criptomoeda brasileira atingiu em maio a marca de 1 bilhão de tokens em circulação, encerrando o mês com 1.175.549.381 unidades no mercado. Isso faz dela a maior stablecoin do mundo pareada a uma moeda nacional que não seja não dólar em capitalização de mercado.

Segundo o CFO da Transfero, Carlos Russo, acredita que isso é reflexo de uma consolidação no mercado nacional de cripto e que “a BRZ está estabelecendo-se com confiança, transparência e chegando ao posto de maior stablecoin lastreada em moeda fiduciária não dólar do mundo em menos de dois anos de existência”.

O projeto brasileiro está integrado às blockchains da Ethereum, Solana, Stellar, Algorand e Binance Smart Chain com um volume de operações mensal superior a R$ 320 milhões.

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