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Nos últimos dias, a ida de Lionel Messi para o Paris Saint-Germain (PSG), foi um dos principais temas esportivos, pela grande popularidade do atleta seis vezes eleito o melhor do mundo. Agora, surgem detalhes sobre o contrato que lhe garantirá cerca de 40 milhões de euros (R$ 250 milhões) por temporada.

Ele já teve problemas com o governo da Espanha por causa de impostos no passado. Talvez por isso, o  contrato com o novo clube prevê que parte do salário do craque será pago em criptomoedas. Segundo a agência de notícia Reuters, PSG fará parte do pagamento de maneira “não convencional”. O clube não confirma, mas a estratégia seria usar o token do próprio clube.

O fan token ou “token de fã” do PSG é emitido pela plataforma Socios.com. Cada unidade custa atualmente US$ 43.89 e a capitalização de mercado do ativo digital chega a US$ 125 milhões. Desde o anúncio da chegada de Messi, seu preço subiu mais de 130%, de acordo com o CoinMarketCap.

Embora não tenha fornecido números precisos, o PSG emitiu um comunicado explicando que houve um “grande volume de negociação” dos tokens proprietários após os relatos sobre a transferência de Messi de Barcelona para Paris. Contudo, não foram divulgadas cifras.

“O ânimo em torno das últimas contratações na movimentada janela de transferências de verão do clube criou um enorme aumento de interesse nos tokens do PSG, com volumes de negociação excedendo U$S 1,2 bilhão, cerca de R$ 6,3 bilhões, nos dias anteriores à mudança”, diz a nota.

Na Europa, diversas equipes já emitiram seus próprios tokens, que oferecem benefícios aos portadores para interação com o clube em fóruns específicos ou usados para adquirir material esportivo ou itens comemorativos. No Brasil, alguns clubes já disponibilizaram tokens de fãs, como Atlético Mineiro, Santos e Corinthians. A Seleção Brasileira também já embarcou nessa, esgotando rapidamente todos que foram colocados à venda. no final de julho.

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