O mercado de criptoativos no Brasil projeta um crescimento robusto de 43% em 2025, com investimentos médios acima de US$ 1.000, impulsionado por regulamentação e adoção.
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Traders de Bitcoin enfrentam incertezas sobre o futuro do preço, divididos entre uma possível queda para US$ 70 mil e uma recuperação rápida. Analistas buscam sinais.
A maior emissora de stablecoins injeta capital na Omni Foundation, visando acelerar a integração do USDT na robusta rede Bitcoin e expandir sua adoção global.
Parlamentares dos EUA buscam aliviar a carga tributária sobre pequenos pagamentos com stablecoins e recompensas de staking, mirando maior adoção e clareza regulatória.
Apesar das flutuações do Bitcoin, estratégias otimizadas de mineração, como a abordagem de 8 horas, podem oferecer retornos consistentes e mitigar riscos para investidores.
Analistas alertam para sinais de enfraquecimento na demanda por Bitcoin, apontando para um possível novo ciclo de baixa impulsionado por fatores macroeconômicos e fluxo de ETFs.
O Banco Central do Brasil publicou novas regras para a prestação de informações sobre operações de câmbio com ativos virtuais, visando maior transparência e supervisão.
A análise da Santiment aponta que a falta de medo extremo no mercado de criptomoedas sugere que o fundo do ciclo de baixa ainda não foi atingido.
A Xiaomi desmentiu rumores sobre a integração de uma carteira de criptomoedas em seu HyperOS, confirmando a ausência do recurso e reforçando a cautela no mercado digital.
Uma pesquisa da Capterra revela que 60% dos investidores em criptoativos no Brasil têm até 24 anos, impulsionando a nova era do mercado digital.
Jovens até 24 anos lideram a entrada em criptoativos no Brasil, aponta estudo da KuCoin. Este movimento redefine o mercado financeiro, mostrando uma clara mudança geracional.










