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Problemas financeiros são uma das principais causas de divórcio, e isso frequentemente está atrelado à falta de comunicação do casal e falta de um planejamento adequado.

O fato é que ninguém gosta de passar trabalho e viver apertado financeiramente não é algo muito agradável. Mas essa é uma questão que deve ser resolvida em conjunto. O casamento é uma parceria e os problemas precisam ser resolvidos juntos como uma equipe. Por isso não adianta achar um culpado, e sim tentar resolver a situação da melhor maneira.

Veja agora os 10 erros financeiros que podem destruir um casamento:

Erro 1 – desonestidade financeira.

Muitos casais escondem dívidas e algumas compras um do outro. Muitos destes costumam contar aos amigos ou familiares sobre seus problemas, mas não ao parceiro.

Os motivos da desonestidade podem variar, mas os problemas aumentarão se você não lutar contra eles como uma equipe.

Erro 2 – não querer discutir finanças um com o outro.

A maioria dos casais começa a discutir suas finanças quando já começaram os graves problemas financeiros. Frequentemente, a causa da discórdia familiar não são os próprios problemas financeiros, mas a relutância dos cônjuges em discuti-los até que os problemas se tornem grandes demais.

Erro 3 – Falta de planejamento financeiro.

Os cônjuges devem trabalhar em seu presente financeiro e futuro como uma equipe. Não haverá futuro financeiro até que vocês dois se sentem e conversem sobre onde vocês, como uma família, se vêem dentro de 5,10 ou 50 anos.

Esses planos podem incluir a compra de um apartamento ou casa, carros, educação dos filhos, viagens, investimentos e outros objetivos e sonhos familiares importantes.

Em seguida, você precisa decompor essas metas por ano e mês em seu plano financeiro. Uma planilha Excel é adequada para isso. Essas discussões sobre o seu futuro serão muito úteis não apenas para as finanças da família, mas também para fortalecer a sua família como um todo.

Erro 4 – tentativas de mudar ou controlar um ao outro.

As pessoas podem ter estilos diferentes de lidar com o dinheiro. Por exemplo, um dos cônjuges quer e sabe poupar dinheiro, enquanto o outro gasta todo o dinheiro para os restantes (“Só vivemos uma vez!”, “Dinheiro foi feito para o gastar!”).

Casais bem-sucedidos não tentam mudar um ao outro, eles concordam em um plano que funcionará para ambos.

Também é muito desagradável quando você é controlado, por isso, combine entre o casal o que é “meu”, “seu”, “e nosso”. Nós controlamos o “nosso” juntos e não nos intrometemos no “meu” ou no “seu”.

É importante que cada cônjuge tenha seu próprio dinheiro, que pode gastar como quiser e não deve prestar contas a ninguém.

Erro 5 – Comparar sua situação financeira com os outros

Não dê a mínima para o que as outras pessoas estão fazendo. Não tente se comparar e alcançar alguém. Este é um negócio estúpido e ingrato, que leva à depressão e à pobreza. É importante ser você mesmo e viver dentro de suas possibilidades (e sem dívidas!).

As decisões financeiras devem ser tomadas de forma deliberada, contando apenas com suas próprias capacidades e de acordo com o plano financeiro da família, com o qual vocês dois devem concordar.

Erro 6 – Dar ou pedir emprestado a parentes.

Fazer isso escondido e sem o consentimento não é bom para o casal e entra também como uma desonestidade financeira.

Além disso, o não cumprimento dos acordos frequentemente leva a sérios problemas no relacionamento entre cônjuges e parentes.

Se você realmente não pode viver sem essa ajuda, registre todos os acordos no papel. Caso contrário, em alguns meses você discutirá quem disse a quem, o quê e quanto ele deve.

Se, por algum motivo, você não puder pagar as dívidas com sua família, adie as compras caras até que você pague as dívidas e, é claro, diga honestamente a sua família sobre o problema.

Erro 7 – Encontrar o culpado.

Nunca ataque seu parceiro por causa de problemas de dinheiro. Não importa quem é o culpado. Insultos, sentimentos de culpa e vergonha, irritação e humilhação não resolverão seus problemas. Seu objetivo geral é resolver o problema, não encontrar e humilhar o culpado.

Se você acha difícil falar sobre dinheiro sem emoção, tente mudar a hora e o ambiente. Você pode adiar a conversa para o outro dia quando se sentir mais tranquilo.

Erro 8 – tentar “comprar” um relacionamento ou amor por dinheiro.

Estudos mostram que casais dominados pelo mercantilismo têm os piores relacionamentos em todos os aspectos. O tempo e as experiências juntas fortalecem os relacionamentos e permanecem na memória por muito mais tempo do que os presentes materiais.

Erro 9 – Falta de airbags, poupança e seguro.

Um imprevisto pode chegar a qualquer momento. Uma doença, perda de um emprego, carro estragar… Esses problemas podem destruir o bem-estar financeiro da família por anos e, como resultado, destruir o casamento e o futuro de seus filhos.

Erro 10 – Não comemorar pequenas vitórias.

É importante poder comemorar pequenas vitórias, afinal, mesmo que pequena o sacrifício para alcança-la pode ter sido grande, então comemore.

Não precisa ser algo fora do comum. Um jantar em um restaurante ou um simples jantar romântico em casa já é uma ótima comemoração. Afinal, o importante é companhia e não o lugar.

Deem uns aos outros pequenos e agradáveis ​​presentes. O dinheiro deve ser divertido.

Conclusão

Não importa se você une suas finanças ou não, e quem toma as principais decisões financeiras em sua família.

É fundamental que o casal fale honestamente sobre os planos de longo prazo de sua família e como os alcançará. Nesse caso, você não precisa tentar mudar ou controlar seu parceiro, ou, pior ainda, procurar alguém para culpar pelos problemas.

Você precisa concordar com pequenas regras que moverão sua família em direção aos seus objetivos. É importante discutir seus planos juntos.

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