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O plano é ambicioso e pode significar o fim das acusações que a mineração cripto é prejudicial ao meio ambiente por gastar muita energia. A Square, empresa de pagamentos digitais de Jack Dorsey, CEO do Twitter, trabalha em parceria com a startup de tecnologia de bitcoin Blockstream, para o lançamento de uma mineradora cripto 100% à base de energia solar.

Segundo informações da Coindesk, a sede será nos Estados Unidos e, no primeiro momento, trabalhará apenas com bitcoin. Para a Square, o empreendimento reforça a paixão declarada de Dorsey pelo bitcoin. Em 6 de junho, durante um evento de tecnologia em Miami, o CEO do Twitter disse que “O Bitcoin muda absolutamente tudo. Não há nada mais importante para eu me dedicar nesta vida.”

O informe divulgado em 5 de junho, mostra que Square e da Blockstream estão trabalhando para uma solução “ecológica” para a mineração, avaliando diferentes métricas relacionadas ao desempenho desse novo tipo de mineradora.

No final do ano passado, a Square assumiu o compromisso de ser “neutra em carbono” nas atividades relacionadas ao bitcoin até 2030. Desde então busca financiar projetos que reduzissem a pegada de carbono do BTC. O acordo assinado semana passada prevê US$ 5 milhões para financiar as instalações da fazenda de mineração, enquanto a Blockstream oferecerá a infraestrutura.

“Além de fornecer relatórios regulares sobre a economia do projeto, estamos construindo um painel de livre acesso, que mostrará métricas em tempo real do desempenho do projeto, incluindo potência e bitcoin extraído. O painel, baseado em tecnologia desenvolvida para o BMN, vai estar disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, em qualquer navegador, fornecendo à indústria um estudo de caso em tempo real do mundo real de uma mineradora de Bitcoin de energia renovável’, finaliza do texto do comunicado.

Outras empresas de tecnologia vêm abordando o desafio de mineração mais “verde”. Recentemente, a empresa mineradora de cripto Argo, e companhia de tecnologia DMG anunciaram que passariam a minerar  BTC numa fazenda que utiliza penas energia hidrelétrica. Em alguns casos, como a iniciativa da GSR e da One River, pretendem compensar as emissões de carbono da mineração com a compra de créditos de carbono.

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