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Traders mais experientes não veem problemas na alta volatilidade recente do mercado cripto. Bitcoin (BTC) e ethereum (ETH) já começaram um lento processo de recuperação, e mantém, juntos mais de 60% do valuation do mercado.

Para os 40% restantes, existem algumas moedas digitais que entram junho demonstrando grande potencial, embora a recomendação é sempre pensar no logo prazo.

Entre os elementos mais comuns da análises estão a liquidez, pois a partir disso é possível estabelecer spreads de compra e venda razoáveis para entradas e saídas de posição. Como a liquidez depende do tamanho do mercado, sãos os tokens com valores acima de US$1 bilhão que oferecem o melhor potencial para seguir tendência e outras operações especulativas.

O panorama atual aponta para shiba inu (SHIB) e maker (MKR) como dois tokens com potencial de alta, possuindo capitalizações que oferecem liquidez em mercados normais. A previsão é do Investing.

Os gráficos abaixo mostra a correção profunda no bitcoin futuro, com o contrato de junho caindo da máxima de US$66.450, em 14 de abril, para a mínima de US$30.275 em 19 de maio.

Bitcoin diário
BTC diário, segundo o CQG

Ethereum diário

Ethereum diário, segundo o CQG.

Por sua vez, o preço do ethereum saiu de US$4.442 no contrato futuro de junho, em 12 de maio, para a mínima de US$2.077.50 dia 24 do mês passado. Com valores em torno de US$37.700 (BTC) e US$2.720 (ETH) em 2 de junho, as criptomoedas líderes continuam mais perto das mínimas recentes que da máxima.

São mais de 10.200 tokens disponíveis

Toda semana há notícias sobre o surgimento de novas criptomoedas. O mercado já contabiliza mais de 10.200 tokens no mercado, embora apenas dois possuam valuations acima de US$63 bilhões. No início de junho, nove valem mais de US$20 bilhões e quinze possuem capitalizações maior que US$10 bilhões.

Num degrau abaixo, 82 registravam valor de mercado superior a US$1 bilhão, mas isso corresponde a menos de 0,83% do número de tokens em circulação.

Levando isso em consideração, para ver quem sobreviverá no longo prazo, é preciso analisar de perto sua  participação no mercado e a capitalização de mercado. Por enquanto, apenas ~ 0,40% das criptomoedas já têm valores de mercado superiores a US$3 bilhões.

Dessas, SHIB e MKR possuem massa crítica necessária para atrair operações de trading e investimento. Quem deseja fazer trading, precisa estar ciente que, nesse mercado é preciso estar sempre preparado para lidar com perdas.

SHIB e MKR

O SHIBA INU foi criada em agosto de 2020, como um token ERC-20 que roda no blockchain do ethereum e é baseado no dogecoin (DOGE, cripto queridinha de megainvestidores e defendida por bilionários como Elon Musk. Mas se o DOGE começou como uma brincadeira, atualmente é levada muito a sério, sendo atualmente a sexta moeda líder, com capitalização de mercado de mais de US$55 bilhões.

Em 2 de junho, o SHIB chegou à 30ª posição no ranking, com mais de US$3,74 bilhões em capitalização de mercado.

Shibu diário
Shibu diário, segundo o CoinMarketCap
O gráfico acima mostra que o SHIB ficou muito tempo após seu lançamento com preço perto de zero para só começar a crescer em abril de 2021, até bater na máxima de US$0,00003431 em 10 maio. Atualmente, está no patamar de  US$0,0000095. Isso significa que US$1 compra mais de 100.000 SHIBs na primeira semana de junho.

Logo atrás do SHIB, está o MKR, que ocupa a 31ª posição da hierarquia das critpos. O maker é um token de governança que surgiu como a primeira stablecoin (moeda estável) na plataforma do ethereum, chamado DAI. Os stablecoins são lastreadas em ativos de reserva, como dólar ou euro. No caso do MKR, seus tokens são cunhados ou eliminados de acordo com as flutuações de preço.

Em 2 de junho, a capitalização do MKR era de US$3,559 bilhões, com tokens valendo torno de US3.590.

Maker diário
Maker diário, segundo o CoinMarketCap
O gráfico acima indica que o MKR subiu de US$24,45 em janeiro de 2017 para a máxima acima de US$6.000 no início de maio de 2021. Atualmente valendo cerca de US$3.590, o MKR viu uma valorização no preço 146 vezes maior do que no início de 2017.
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